sábado, 28 de novembro de 2009

The One where I kind of like it

Adorei o nome dessa série: Accidentally on Purpose. Comecei a assistir só pelo nome.



No piloto revelou-se uma grande porcaria: totalmente forçada (sabe quando as risadas de fundo chegam a irritar?), com uma história totalmente idiota. A "heroína" é uma quarentona ridícula que ficou toda descompensada porque terminou um namoro, foi pra cama de um cara de 20 e ainda por cima engravidou "meio que de propósito". Aí depois ela fica choramingando que os caras não querem mais ela, que o cara é imaturo (jura?) e tal. Ridícula. Eu torço pra que ela se ferre muito.



Mas, como eu já tinha quase todos os episódios e desperdiçar banda é pecado, continuei assistindo. Só que aí eu assisti não esperando nada da série, só pra distrair a cabeça em intervalos de trabalho e estudo. E acabei me divertindo! =D



Recomendo pra quem quer deixar o cérebro de molho um pouco, sabe? Ver uma história idiota e dar umas risadinhas rasas. Nem sempre temos que nos envolver totalmente com o que assistimos.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

The One where I'm happy and nostalgic

Sou fã do 10 Coisas que eu Odeio em Você (o filme, de 1999). É um dos meus filmes favoritos, e não por ter uma grande história. É um clichê com humor babaca, mas tão bem colocado que convence. Além disso, teve atuações fantásticas!



Então imaginem a minha felicidade quando eu descubro que fizeram uma série baseada no filme! Óbvio que eu tive que assistir!



Detestei o piloto, MESMO. Era igual demais ao filme, só que de forma enrolada. As atuações eram fracas e os diálogos forçados. Mesmo assim, a série me ganhou ao colocar "I want you to want me" no final do episódio, acabei querendo ver o resto.



E não poderia ter feito melhor! AMEI o resto da série. Eles capturaram incrivelmente bem o clima da série, mas colocaram de forma que mesmo quem sabe a história de cor pode aproveitar. Além disso, certos aspectos como a relação da Bianca, a popular, com o Cameron, o nerd que ensina francês pra ela, puderam ser melhor trabalhados. No caso deles, ficou totalmente fofo (e acharam um ator realmente fofo pra fazê-lo =P).




No início (especialmente no piloto) eu impliquei muito com os atores principais (que fazem a Kat e o Patrick). Acho que foi porque, no fundo, o que eu queria era ver de volta aquele casal lindo do filme. Mas, como isso além de improvável é impossível, tive que me contentar com a nova versão. E, pra falar a verdade, a Kat nova (a Claire, de Aliens in America!) convence mais no papel feminista que quer mudar o mundo!

Lindos!

E agora eu também acho eles lindos!


Devorei os 10 episódios, agora é esperar ansiosamente pela próxima temporada, confirmada pra janeiro. =)

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

The one where she can do it over



Comecei a assistir Being Erica porque uma amiga me achou parecida com a atriz. Pode até ser, mas só quando eu tiver uns 10 quilos a menos! Estou a caminho, mas esta é uma outra história.

A química foi instantânea. Eu precisava de um seriado pra suprir o vazio que Gilmore Girls deixou quando acabou.

Meu único erro foi ter começado a assistir junto com meu marido. Era claramente um seriado de meninas. Vi com ele até o quarto episódio da primeira temporada e ele reclamou o tempo inteiro. Eu entendo as reclamações deles, são porque a Erica Strange, a personagem principal, faz muitas besteiras das quais se arrepende. E aí é que reside o "suco" da história: pessoas erram o tempo todo, afinal, somos humanos. E a Erica é tão mais real do que a Lorelai era.

O roteiro do seriado fica bem claro nos primeiros segundos do primeiro episódio:

Sabe aquela sua amiga? Aquela garota que parece ser bem resolvida? Ela tem um ótimo emprego, um ótimo cara, uma ótima vida. Bem... eu não sou aquela garota. Meu nome é Erica Strange. Eu tenho 32 anos de idade, ainda trabalho em um emprego sem futuro, ainda dormindo com meu gato. Eu sei que as pessoas pensam por que aquela garota bonitinha com uma excelente educação e com grandes amigos não consegue se dar bem? Tem uma explicação simples: escolhas ruins. Eu poderia dar um curso sobre como estragar a sua vida. Na boa, eu sou muito boa em fazer tudo errado. E a pior parte é que não foi sempre assim. Eu tinha tudo para dar certo. Mas ultimamente, eu sinto que minha chama apagou. (livre tradução em cima do que ela diz, ok?)



Então ela tem aquele dia ruim, muito ruim. Perde o emprego, o namorado e vai parar no hospital com uma reação alérgica. Não podia ser pior, mas é exatamente ruim como todos os outros dias.

Entra em cena o Dr. Tom, terapeuta.



Ele ama citações de pessoas famosas. Ele propõe um contrato para a Erica. Ele pode lhe ajudar a consertar os erros do passado. Resultados garantidos, mas ela precisa se comprometer.

E então, no meio do seu desespero ela concorda. Ela viaja no tempo, volta no passado e tem a chance de refazer suas ações. Aquilo que eu sempre desejei. E o mais interessante é que logo que ela chega lá, as coisas não vão dando muito certo não. Como na vida real.

Being Erica é um show sonhador, sensível, divertido e romântico. E humano. Eu recomendo!

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

The One where I'm feeling like her

Sabe aquele dia em que você acorda com o pé esquerdo e todas as coisas que podem dar errado acontecem?
Semana passada eu tive um dia desses, e por acaso assisti a um episódio de Ugly Betty no final desse dia.



Parece que o mundo aconteceu para zombar e fazer mal a ela, e mesmo assim ela segue seu rumo, sem baixar a cabeça ou reclamar.
Toda vez que fazem algo muito ruim a ela, eu me encho de raiva e penso nas barbaridades que eu falaria a pessoa se estivesse no lugar dela. Ela se limita a sorrir amarelo pra pessoa, e seguir seu caminho.



E é incrível como sempre vai haver audiência para uma série como essa - inspirada em uma novela mexicana, onde uma pobre menina feia sofre todo tipo de preconceito e mesmo assim, consegue subir na vida.



É o eterno sonho pequeno-burguês: mostrar que seus valores são melhores que os "deles". Deles quem, cara pálida?


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The One where I've cried

Olhava uma lista imensa de seriados (americanos, brasileiros e ingleses) procurando por algo novo pra assistir, quando me assusto ao encontrar um j-drama: Koizora! CLARO que eu tive que assistir. O que esse dorama tem de diferente dos outros para atrair a atenção de pessoas que assistem Lost, Smallville, House, etc?



Quando vi a tradução do nome (Koizora = "Céu do amor"), quase desisti. Mas, como já tava alí, né... assisti. A novelinha ("inha" mesmo, só 6 capítulos de 40min cada) conta a história de amor entre Mika e Hiro.

E continuo não sabendo o que Koizora fazia no meio dos seriados ocidentais. É bem legalzinha, mas não passa de uma novelinha japonesa típica. E, ao contrário de Hana Yori Dango, por exemplo, não é daquelas divertidas, com toques de humor. É só o romance dramático do casal que se ama de forma irreal e passa por dificuldades homéricas pra ficarem juntos.




Assisti até o final por dois motivos: o primeiro é que são só 6 episódios (que levei um mês pra assistir, mas mesmo assim). Não custava ver até o final pra poder dar a opinião, né? O segundo, é que o um dos caras do F4 do Hana Yori Dango aparece, e faz um papel fofo! \o/ XD

Ele é tosco mas eu adoro ele! XD


No final, acabei gostando de ter assistido, embora pudesse ser resumido num filme bonito. Não recomendo para pessoas que estejam levemente deprimidas. É triste, mesmo. Usa aquelas temáticas que fazem QUALQUER UM chorar MUITO.



p.s.: O protagonista é um dos japoneses mais feios que eu já vi na televisão!

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